Recém-formado assinando o primeiro associate agreement
Faturar como sole proprietor ou incorporar desde o primeiro dia, como ler o associate agreement procurando custos escondidos, e como configurar os livros para rastrear tudo que o contrato exige. O primeiro ano define o padrão dos próximos dez.
Profissional decidindo quando incorporar
O income threshold importa mas não é toda a história. A decisão envolve planos de retained earnings, estratégia de RRSP/TFSA, situação familiar, objetivos pessoais e aprovação do regulador profissional. Modelamos o trade-off com base nos seus números reais, não em regras genéricas.
Profissional solo comprando o consultório de um colega aposentando
Asset purchase vs share purchase, estrutura do financiamento, e a lifetime capital gains exemption quando os critérios de QSBC se aplicam. Cada caminho tem resultados fiscais muito diferentes tanto para o comprador quanto para o vendedor.
Dono de múltiplas clínicas adicionando segunda ou terceira unidade
Cada clínica deve ser corporação própria? Como o small business deduction se divide entre associated corporations? Quando uma holding começa a fazer sentido? Decisões que determinam sua tax rate efetiva por anos.
Clínica multidisciplinar combinando diferentes profissionais
Fisios, quiros, acupunturistas, RMTs operando sob o mesmo teto cria dúvidas reais sobre estrutura tributária, classificação de contractor vs employee dos profissionais, e pagamentos inter-PC. Mapeamos as opções antes de erros ficarem travados por anos.
Profissional se aproximando da aposentadoria
Como estruturar a venda da prática, otimizar a lifetime capital gains exemption, e planejar o drawdown de receita depois que a prática for vendida. Decisões que afetam a renda de aposentadoria pelo resto da vida.
Profissional sem entender regras de shareholder loan
Tirar dinheiro da corporação que não é salário nem dividendo declarado cria um shareholder loan que precisa ser pago de volta dentro de prazos estritos da CRA. Perdeu o prazo, o valor inteiro vira renda pessoal tributável. Muitos profissionais só descobrem isso quando a conta do imposto chega.
GST/HST mal administrado, cobranças erradas
Cobrar GST/HST em serviço isento (cria problema de reembolso ao cliente), ou não cobrar em serviço tributável (cria responsabilidade pessoal do profissional), são erros comuns quando a linha entre médico e cosmético não é clara desde o início. Revisar o mix de serviços e aplicar o tratamento correto evita correções depois.
Acordos de cost-sharing mal documentados
Quando profissionais dividem espaço, equipamento ou equipe da clínica sob acordo informal de cost-sharing, a CRA pode recaracterizar a relação como partnership, com consequências tributárias grandes para todos os envolvidos. Documentação adequada, alocação clara de despesas e respeitar a forma na prática são essenciais.
Investimentos passivos dentro da PC sem estratégia
Lucros retidos investidos em ações, ETFs ou imóvel de aluguel dentro da corporação geram passive income, que acima de CAD 50,000 sai gradualmente o small business deduction dólar por dólar. Sem estratégia, o profissional acaba pagando imposto corporativo na alíquota mais alta sobre receita ativa, anulando o benefício da estrutura de PC.